A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) propõe uma regra de transição de dois anos para beneficiários do Bolsa Família que conseguirem emprego formal ou abrirem um negócio. A medida foi apresentada pela coordenadora da campanha, Daniella Marques, em entrevista à CBN Bahia.
A proposta prevê o retorno automático ao programa caso a atividade profissional não dê certo. Segundo Daniella, a iniciativa seria coordenada pelo Ministério da Prosperidade, previsto no plano de governo, com ações de capacitação e acesso a crédito para empreendedores.
Atualmente, conseguir emprego formal não cancela automaticamente o Bolsa Família. Famílias com renda mensal de até R$ 218 por pessoa têm direito ao benefício integral. Já aquelas que ultrapassam esse valor, mas recebem até R$ 706 por integrante, podem continuar no programa com 50% do auxílio por até 12 meses, conforme a Regra de Proteção.